Brutalmente torturado, apanhou como um animal
Esmagaram o seu saco, sofreu até passar mal
Tomou choque, cacetada, ficou dias sem comida
Com a cara arrebentada e com a moral caída
Lhe enfiaram um pau na bunda, mais uma vez tomou uma surra
Assim chora quem apanha, sorridente quem esmurra
Amarraram-lhe com corda, cuspiram na sua cara
Foi jogado numa fossa, onde a morte encontrara
Morreu afogado, morreu em agonina
De urina e de merda...seu pulmão se enchia
Preso e de ponta cabeça, indefeso, sentiu nojo...
O que lhe restava era sofrer e sentir aquele horrivel gosto
Ficou sujo, entupido, todo desgraçado
Com o passardo tempo, seu corpo foi ficando inchado
Junto a merda apodreceu, por là anos submerso
Tanto tempo se passou, que nem encontraram os seus restos.
(Ed.gar (A)llan Gein)
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