sexta-feira, 12 de junho de 2020

Duas poesias gasosas

Gases exalados pelos defuntos
Corpo fétido inanimado
Há de ser enterrado

No necrotério, está em uma fase
Em que começa a liberar gases


O cheiro forte e nauseabundo
Que vem dos flatos dos defuntos
Deixa-me tão revigorado
Gases, gases exalados


Nesta mesa mais um corpo
Amanhã vai chegar outro
Do fedor vem a sensação
Da fúnebre situação


Se você me der licença
Quero sentir a flatulência
Já que se sente enjoado
Pelos gases liberados.


(Ed.gar Allan Gein)

Auto combustão interna

Fazendo uma medíocre palhaçada
De certa forma até engraçada
Acende o isqueiro perto do ânus
Para peidar e surgir chama esperada

Mas o q aconteceu, foi uma cena impagável
O fogo foi seguindo o caminho...
do gás orgânico inflamável

Internamente se queimou
Quem estava perto se espantou
O sangue veio a jorrar e fedor a se espalhar

Assim foi para o hospital
Infelizmente se deu mal
Assim foi a morte patética...
Auto combustão interna!

(Ed.gar (A)llan Gein)

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