Eu, você, um pé de cabra, um clima infernal
Logo dou lhe uma pancada na coluna vertebral
Quebro tambem as suas pernas, já não mais tem como andar
Dou lhe uma bruta pancada no maxilar
A força junto a ráiva, destroçando suas vertebrabas
Ouça o som do estrago, enquanto quebro suas as costelas
A cada pancancada vou ficando, contente e satisfeito
Estourando os seus orgãos, quebrando o esqueleto
Hemorragias internas, internamente arrebentado
Logo estará tão mole quanto a um ser invertebrado
Jé externamente uma cena deprimente
Quase um cadaver, agonisando e sem os dentes
Seu crânio vai rachando, se dividindo em mil pedaços
E o cérebro aos poucos se tornando uma pasta
Gasto toda minha energia, todo ódio, toda ráiva
Quebrando os seus ossos com um pé de cabra.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Trash Pride Poesias Macabras
Aviso!
*Conteudo improprio para menores de 18 anos *Não é recomendado para quem tem horror a morte e a bizarrices *O objetivo das poesias não é d...
-
Os Abutres Estão Prontos (Minha primeira poesia podre) Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão Fim da vida, chega a morte, logo a putre...
-
Você fez xixi nas calças Tão grandinha, quem diria!? Apenas quem sente o cheiro Este cheiro de urina Já estou entorpecido Com o perfume da v...
Nenhum comentário:
Postar um comentário