*Conteudo improprio para menores de 18 anos
*Não é recomendado para quem tem horror a morte e a bizarrices
*O objetivo das poesias não é de fazer apologia alguma
É isso aí pessoal...
Trash Pride Poesias Macabras
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Paz e amor
Aquela mulher tem planos malignos
E a raça humana entrará em extinção
Os pombos de rua transmitem doenças
Pois comem lixo de seres nojentos
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Portais do inferno se abriram em minha mente
Fritei meu cerebro cérebro de madrugada
Encomendei pela da deep-weeb
Medonhas peças de artesanato
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
O velho poeta borrou na sua fralda
No quarto verso ele se esqueceu
Que explodiu bombas em vidas passadas
Deu pane na rede e tudo escureceu
Desfecho na vida antes tarde que nunca
Hoje as bruxas se auto encendeam
Escravizado só penso em servir
Banquete pros ratos que habitam minha casa.
(Ed.gar Allan Gein)
E a raça humana entrará em extinção
Os pombos de rua transmitem doenças
Pois comem lixo de seres nojentos
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Portais do inferno se abriram em minha mente
Fritei meu cerebro cérebro de madrugada
Encomendei pela da deep-weeb
Medonhas peças de artesanato
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
O velho poeta borrou na sua fralda
No quarto verso ele se esqueceu
Que explodiu bombas em vidas passadas
Deu pane na rede e tudo escureceu
Desfecho na vida antes tarde que nunca
Hoje as bruxas se auto encendeam
Escravizado só penso em servir
Banquete pros ratos que habitam minha casa.
(Ed.gar Allan Gein)
Vermes de uma carcaça
Veja minha desgraça
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça
Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida
Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça
Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça
Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida
Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça
Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Estrangulada
Passava ela aos prantos pela madrugada
Naquela rua escura, onde eu estava
Me aproximei aos poucos...
Nem me me notou
Mas quando me viu,
Se assustou!
Antes mesmo de gritar,
Tapei sua boca
A segurei pelo pescoço, ela ficou rouca
Depois fui apertando descontrolado
De tal forma que seus olhos ficaram...
Esbugalhados!!
Primeiro ficou vermelha,
Depois ficou roxa
Babando e se retorcendo
Feito uma louca,
Até que desanimou, ficou parada
E a luz de sua vida se apagava
No fim seu corpo ficou na calçada
Da mesma rua escura onde passava
Lá passou a madrugada sem ninguem saber
Mas a triste notícia veio ao amanhecer...
Estrangulada!!!
(E.gar Allan Gein)
Naquela rua escura, onde eu estava
Me aproximei aos poucos...
Nem me me notou
Mas quando me viu,
Se assustou!
Antes mesmo de gritar,
Tapei sua boca
A segurei pelo pescoço, ela ficou rouca
Depois fui apertando descontrolado
De tal forma que seus olhos ficaram...
Esbugalhados!!
Primeiro ficou vermelha,
Depois ficou roxa
Babando e se retorcendo
Feito uma louca,
Até que desanimou, ficou parada
E a luz de sua vida se apagava
No fim seu corpo ficou na calçada
Da mesma rua escura onde passava
Lá passou a madrugada sem ninguem saber
Mas a triste notícia veio ao amanhecer...
Estrangulada!!!
(E.gar Allan Gein)
Afogado na fossa
Brutalmente torturado, apanhou como um animal
Esmagaram o seu saco, sofreu até passar mal
Tomou choque, cacetada, ficou dias sem comida
Com a cara arrebentada e com a moral caída
Lhe enfiaram um pau na bunda, mais uma vez tomou uma surra
Assim chora quem apanha, sorridente quem esmurra
Amarraram-lhe com corda, cuspiram na sua cara
Foi jogado numa fossa, onde a morte encontrara
Morreu afogado, morreu em agonina
De urina e de merda...seu pulmão se enchia
Preso e de ponta cabeça, indefeso, sentiu nojo...
O que lhe restava era sofrer e sentir aquele horrivel gosto
Ficou sujo, entupido, todo desgraçado
Com o passardo tempo, seu corpo foi ficando inchado
Junto a merda apodreceu, por là anos submerso
Tanto tempo se passou, que nem encontraram os seus restos.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Esmagaram o seu saco, sofreu até passar mal
Tomou choque, cacetada, ficou dias sem comida
Com a cara arrebentada e com a moral caída
Lhe enfiaram um pau na bunda, mais uma vez tomou uma surra
Assim chora quem apanha, sorridente quem esmurra
Amarraram-lhe com corda, cuspiram na sua cara
Foi jogado numa fossa, onde a morte encontrara
Morreu afogado, morreu em agonina
De urina e de merda...seu pulmão se enchia
Preso e de ponta cabeça, indefeso, sentiu nojo...
O que lhe restava era sofrer e sentir aquele horrivel gosto
Ficou sujo, entupido, todo desgraçado
Com o passardo tempo, seu corpo foi ficando inchado
Junto a merda apodreceu, por là anos submerso
Tanto tempo se passou, que nem encontraram os seus restos.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Mariposa Nocturna
Voa a Mariposa
Negra como a noite
Bate as asas
Noite brilha,
Tempo passa
Voa, voa mariposa,
Dê o ar de sua graça
Mariposa Nocturna
A mais negra obscura
Sai voando
Morcegos! a ameaça
Neste jogo de trapaças
Voa, voa, voa Mariposa
Desliza airosa pelo ar.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Negra como a noite
Bate as asas
Noite brilha,
Tempo passa
Voa, voa mariposa,
Dê o ar de sua graça
Mariposa Nocturna
A mais negra obscura
Sai voando
Morcegos! a ameaça
Neste jogo de trapaças
Voa, voa, voa Mariposa
Desliza airosa pelo ar.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Gestação Intestinal
Violento estupro anal
Gestação intestinal
Restos de carne e infecção
Alimentam o embrião
Ânus começa a dilatar
Uma dor insuportável
Sente vontade de cagar
Um fedor desagradável
Olha dentro da privada
Então chora emocionada
Junto com a merda ela vê
Que acaba de nascer seu bebê
(Necrocanibal)
Gestação intestinal
Restos de carne e infecção
Alimentam o embrião
Ânus começa a dilatar
Uma dor insuportável
Sente vontade de cagar
Um fedor desagradável
Olha dentro da privada
Então chora emocionada
Junto com a merda ela vê
Que acaba de nascer seu bebê
(Necrocanibal)
Quebrando ossos com um pé de cabra
Eu, você, um pé de cabra, um clima infernal
Logo dou lhe uma pancada na coluna vertebral
Quebro tambem as suas pernas, já não mais tem como andar
Dou lhe uma bruta pancada no maxilar
A força junto a ráiva, destroçando suas vertebrabas
Ouça o som do estrago, enquanto quebro suas as costelas
A cada pancancada vou ficando, contente e satisfeito
Estourando os seus orgãos, quebrando o esqueleto
Hemorragias internas, internamente arrebentado
Logo estará tão mole quanto a um ser invertebrado
Jé externamente uma cena deprimente
Quase um cadaver, agonisando e sem os dentes
Seu crânio vai rachando, se dividindo em mil pedaços
E o cérebro aos poucos se tornando uma pasta
Gasto toda minha energia, todo ódio, toda ráiva
Quebrando os seus ossos com um pé de cabra.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Logo dou lhe uma pancada na coluna vertebral
Quebro tambem as suas pernas, já não mais tem como andar
Dou lhe uma bruta pancada no maxilar
A força junto a ráiva, destroçando suas vertebrabas
Ouça o som do estrago, enquanto quebro suas as costelas
A cada pancancada vou ficando, contente e satisfeito
Estourando os seus orgãos, quebrando o esqueleto
Hemorragias internas, internamente arrebentado
Logo estará tão mole quanto a um ser invertebrado
Jé externamente uma cena deprimente
Quase um cadaver, agonisando e sem os dentes
Seu crânio vai rachando, se dividindo em mil pedaços
E o cérebro aos poucos se tornando uma pasta
Gasto toda minha energia, todo ódio, toda ráiva
Quebrando os seus ossos com um pé de cabra.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Eu evito o desperdício
Eu evito o desperdício mesmo que eu passe mal
Como merda da privada do banheiro do hospital
Na cozinha da UTI sempre sobra um mingau
Com gotas tuberculosas e corrimento nazal
Como tudo que eu vejo, num dou pra nenhum animal
Até como a ração do cachorro no seu quintal
Na estrada eu não paro, atropelo pois sou mau
Se é mulher como a vagina, se é homem como o bilau
Sou gordinho de nascencia, na cama sou um vegetal
Mas eu evito o desperdicio, mesmo que eu passe mal...
(Speed Freakshow)
Como merda da privada do banheiro do hospital
Na cozinha da UTI sempre sobra um mingau
Com gotas tuberculosas e corrimento nazal
Como tudo que eu vejo, num dou pra nenhum animal
Até como a ração do cachorro no seu quintal
Na estrada eu não paro, atropelo pois sou mau
Se é mulher como a vagina, se é homem como o bilau
Sou gordinho de nascencia, na cama sou um vegetal
Mas eu evito o desperdicio, mesmo que eu passe mal...
(Speed Freakshow)
Este cheiro de urina
Você fez xixi nas calças
Tão grandinha, quem diria!?
Apenas quem sente o cheiro
Este cheiro de urina
Já estou entorpecido
Com o perfume da vagina
Este aroma tão pungente
Este cheiro de Urina
Cheiro que está mais forteEstá bebada, caída
Mal concege perceber
Este cheiro de urina
Meu nariz entre suas pernas
Me desculcupe, não queria
Mas não pude resistir...
A este cheiro de urina.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Tão grandinha, quem diria!?
Apenas quem sente o cheiro
Este cheiro de urina
Já estou entorpecido
Com o perfume da vagina
Este aroma tão pungente
Este cheiro de Urina
Cheiro que está mais forteEstá bebada, caída
Mal concege perceber
Este cheiro de urina
Meu nariz entre suas pernas
Me desculcupe, não queria
Mas não pude resistir...
A este cheiro de urina.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Os Abutres estão prontos
Os Abutres Estão Prontos (Minha primeira poesia podre)
Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão
Fim da vida, chega a morte, logo a putrefação
Muito tempo se passou, e o cadáver lá deixado
Vermes, moscas e micróbios, corpo seco e retalhado
Os abutres estão prontos pra devorar a carcaça
Jaz um corpo na estrada, que sofreu uma desgraça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Os Abutres Estão Prontos 2
A pele muda de cor
Tecidos ficam enrijecidos
Sobe um horrível odor
O que era vida agora é carniça
Os órgãos cada vez mais expostos
Vermes copulam nas tripas
Ossos ocos e podres
Nos abutres aumenta a cobiça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão
Fim da vida, chega a morte, logo a putrefação
Muito tempo se passou, e o cadáver lá deixado
Vermes, moscas e micróbios, corpo seco e retalhado
Os abutres estão prontos pra devorar a carcaça
Jaz um corpo na estrada, que sofreu uma desgraça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Os Abutres Estão Prontos 2
A pele muda de cor
Tecidos ficam enrijecidos
Sobe um horrível odor
O que era vida agora é carniça
Os órgãos cada vez mais expostos
Vermes copulam nas tripas
Ossos ocos e podres
Nos abutres aumenta a cobiça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
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