*Conteudo improprio para menores de 18 anos
*Não é recomendado para quem tem horror a morte e a bizarrices
*O objetivo das poesias não é de fazer apologia alguma
É isso aí pessoal...
sexta-feira, 12 de junho de 2020
Paz e amor
Aquela mulher tem planos malignos
E a raça humana entrará em extinção
Os pombos de rua transmitem doenças
Pois comem lixo de seres nojentos
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Portais do inferno se abriram em minha mente
Fritei meu cerebro cérebro de madrugada
Encomendei pela da deep-weeb
Medonhas peças de artesanato
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
O velho poeta borrou na sua fralda
No quarto verso ele se esqueceu
Que explodiu bombas em vidas passadas
Deu pane na rede e tudo escureceu
Desfecho na vida antes tarde que nunca
Hoje as bruxas se auto encendeam
Escravizado só penso em servir
Banquete pros ratos que habitam minha casa.
(Ed.gar Allan Gein)
E a raça humana entrará em extinção
Os pombos de rua transmitem doenças
Pois comem lixo de seres nojentos
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Portais do inferno se abriram em minha mente
Fritei meu cerebro cérebro de madrugada
Encomendei pela da deep-weeb
Medonhas peças de artesanato
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
Vai jorrar sangue em nome da paz
Vou cuspir fogo em nome do amor
O velho poeta borrou na sua fralda
No quarto verso ele se esqueceu
Que explodiu bombas em vidas passadas
Deu pane na rede e tudo escureceu
Desfecho na vida antes tarde que nunca
Hoje as bruxas se auto encendeam
Escravizado só penso em servir
Banquete pros ratos que habitam minha casa.
(Ed.gar Allan Gein)
Vermes de uma carcaça
Veja minha desgraça
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça
Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida
Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça
Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça
Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida
Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça
Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Estrangulada
Passava ela aos prantos pela madrugada
Naquela rua escura, onde eu estava
Me aproximei aos poucos...
Nem me me notou
Mas quando me viu,
Se assustou!
Antes mesmo de gritar,
Tapei sua boca
A segurei pelo pescoço, ela ficou rouca
Depois fui apertando descontrolado
De tal forma que seus olhos ficaram...
Esbugalhados!!
Primeiro ficou vermelha,
Depois ficou roxa
Babando e se retorcendo
Feito uma louca,
Até que desanimou, ficou parada
E a luz de sua vida se apagava
No fim seu corpo ficou na calçada
Da mesma rua escura onde passava
Lá passou a madrugada sem ninguem saber
Mas a triste notícia veio ao amanhecer...
Estrangulada!!!
(E.gar Allan Gein)
Naquela rua escura, onde eu estava
Me aproximei aos poucos...
Nem me me notou
Mas quando me viu,
Se assustou!
Antes mesmo de gritar,
Tapei sua boca
A segurei pelo pescoço, ela ficou rouca
Depois fui apertando descontrolado
De tal forma que seus olhos ficaram...
Esbugalhados!!
Primeiro ficou vermelha,
Depois ficou roxa
Babando e se retorcendo
Feito uma louca,
Até que desanimou, ficou parada
E a luz de sua vida se apagava
No fim seu corpo ficou na calçada
Da mesma rua escura onde passava
Lá passou a madrugada sem ninguem saber
Mas a triste notícia veio ao amanhecer...
Estrangulada!!!
(E.gar Allan Gein)
Afogado na fossa
Brutalmente torturado, apanhou como um animal
Esmagaram o seu saco, sofreu até passar mal
Tomou choque, cacetada, ficou dias sem comida
Com a cara arrebentada e com a moral caída
Lhe enfiaram um pau na bunda, mais uma vez tomou uma surra
Assim chora quem apanha, sorridente quem esmurra
Amarraram-lhe com corda, cuspiram na sua cara
Foi jogado numa fossa, onde a morte encontrara
Morreu afogado, morreu em agonina
De urina e de merda...seu pulmão se enchia
Preso e de ponta cabeça, indefeso, sentiu nojo...
O que lhe restava era sofrer e sentir aquele horrivel gosto
Ficou sujo, entupido, todo desgraçado
Com o passardo tempo, seu corpo foi ficando inchado
Junto a merda apodreceu, por là anos submerso
Tanto tempo se passou, que nem encontraram os seus restos.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Esmagaram o seu saco, sofreu até passar mal
Tomou choque, cacetada, ficou dias sem comida
Com a cara arrebentada e com a moral caída
Lhe enfiaram um pau na bunda, mais uma vez tomou uma surra
Assim chora quem apanha, sorridente quem esmurra
Amarraram-lhe com corda, cuspiram na sua cara
Foi jogado numa fossa, onde a morte encontrara
Morreu afogado, morreu em agonina
De urina e de merda...seu pulmão se enchia
Preso e de ponta cabeça, indefeso, sentiu nojo...
O que lhe restava era sofrer e sentir aquele horrivel gosto
Ficou sujo, entupido, todo desgraçado
Com o passardo tempo, seu corpo foi ficando inchado
Junto a merda apodreceu, por là anos submerso
Tanto tempo se passou, que nem encontraram os seus restos.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Mariposa Nocturna
Voa a Mariposa
Negra como a noite
Bate as asas
Noite brilha,
Tempo passa
Voa, voa mariposa,
Dê o ar de sua graça
Mariposa Nocturna
A mais negra obscura
Sai voando
Morcegos! a ameaça
Neste jogo de trapaças
Voa, voa, voa Mariposa
Desliza airosa pelo ar.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Negra como a noite
Bate as asas
Noite brilha,
Tempo passa
Voa, voa mariposa,
Dê o ar de sua graça
Mariposa Nocturna
A mais negra obscura
Sai voando
Morcegos! a ameaça
Neste jogo de trapaças
Voa, voa, voa Mariposa
Desliza airosa pelo ar.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Gestação Intestinal
Violento estupro anal
Gestação intestinal
Restos de carne e infecção
Alimentam o embrião
Ânus começa a dilatar
Uma dor insuportável
Sente vontade de cagar
Um fedor desagradável
Olha dentro da privada
Então chora emocionada
Junto com a merda ela vê
Que acaba de nascer seu bebê
(Necrocanibal)
Gestação intestinal
Restos de carne e infecção
Alimentam o embrião
Ânus começa a dilatar
Uma dor insuportável
Sente vontade de cagar
Um fedor desagradável
Olha dentro da privada
Então chora emocionada
Junto com a merda ela vê
Que acaba de nascer seu bebê
(Necrocanibal)
Quebrando ossos com um pé de cabra
Eu, você, um pé de cabra, um clima infernal
Logo dou lhe uma pancada na coluna vertebral
Quebro tambem as suas pernas, já não mais tem como andar
Dou lhe uma bruta pancada no maxilar
A força junto a ráiva, destroçando suas vertebrabas
Ouça o som do estrago, enquanto quebro suas as costelas
A cada pancancada vou ficando, contente e satisfeito
Estourando os seus orgãos, quebrando o esqueleto
Hemorragias internas, internamente arrebentado
Logo estará tão mole quanto a um ser invertebrado
Jé externamente uma cena deprimente
Quase um cadaver, agonisando e sem os dentes
Seu crânio vai rachando, se dividindo em mil pedaços
E o cérebro aos poucos se tornando uma pasta
Gasto toda minha energia, todo ódio, toda ráiva
Quebrando os seus ossos com um pé de cabra.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Logo dou lhe uma pancada na coluna vertebral
Quebro tambem as suas pernas, já não mais tem como andar
Dou lhe uma bruta pancada no maxilar
A força junto a ráiva, destroçando suas vertebrabas
Ouça o som do estrago, enquanto quebro suas as costelas
A cada pancancada vou ficando, contente e satisfeito
Estourando os seus orgãos, quebrando o esqueleto
Hemorragias internas, internamente arrebentado
Logo estará tão mole quanto a um ser invertebrado
Jé externamente uma cena deprimente
Quase um cadaver, agonisando e sem os dentes
Seu crânio vai rachando, se dividindo em mil pedaços
E o cérebro aos poucos se tornando uma pasta
Gasto toda minha energia, todo ódio, toda ráiva
Quebrando os seus ossos com um pé de cabra.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Eu evito o desperdício
Eu evito o desperdício mesmo que eu passe mal
Como merda da privada do banheiro do hospital
Na cozinha da UTI sempre sobra um mingau
Com gotas tuberculosas e corrimento nazal
Como tudo que eu vejo, num dou pra nenhum animal
Até como a ração do cachorro no seu quintal
Na estrada eu não paro, atropelo pois sou mau
Se é mulher como a vagina, se é homem como o bilau
Sou gordinho de nascencia, na cama sou um vegetal
Mas eu evito o desperdicio, mesmo que eu passe mal...
(Speed Freakshow)
Como merda da privada do banheiro do hospital
Na cozinha da UTI sempre sobra um mingau
Com gotas tuberculosas e corrimento nazal
Como tudo que eu vejo, num dou pra nenhum animal
Até como a ração do cachorro no seu quintal
Na estrada eu não paro, atropelo pois sou mau
Se é mulher como a vagina, se é homem como o bilau
Sou gordinho de nascencia, na cama sou um vegetal
Mas eu evito o desperdicio, mesmo que eu passe mal...
(Speed Freakshow)
Este cheiro de urina
Você fez xixi nas calças
Tão grandinha, quem diria!?
Apenas quem sente o cheiro
Este cheiro de urina
Já estou entorpecido
Com o perfume da vagina
Este aroma tão pungente
Este cheiro de Urina
Cheiro que está mais forteEstá bebada, caída
Mal concege perceber
Este cheiro de urina
Meu nariz entre suas pernas
Me desculcupe, não queria
Mas não pude resistir...
A este cheiro de urina.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Tão grandinha, quem diria!?
Apenas quem sente o cheiro
Este cheiro de urina
Já estou entorpecido
Com o perfume da vagina
Este aroma tão pungente
Este cheiro de Urina
Cheiro que está mais forteEstá bebada, caída
Mal concege perceber
Este cheiro de urina
Meu nariz entre suas pernas
Me desculcupe, não queria
Mas não pude resistir...
A este cheiro de urina.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Os Abutres estão prontos
Os Abutres Estão Prontos (Minha primeira poesia podre)
Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão
Fim da vida, chega a morte, logo a putrefação
Muito tempo se passou, e o cadáver lá deixado
Vermes, moscas e micróbios, corpo seco e retalhado
Os abutres estão prontos pra devorar a carcaça
Jaz um corpo na estrada, que sofreu uma desgraça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Os Abutres Estão Prontos 2
A pele muda de cor
Tecidos ficam enrijecidos
Sobe um horrível odor
O que era vida agora é carniça
Os órgãos cada vez mais expostos
Vermes copulam nas tripas
Ossos ocos e podres
Nos abutres aumenta a cobiça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão
Fim da vida, chega a morte, logo a putrefação
Muito tempo se passou, e o cadáver lá deixado
Vermes, moscas e micróbios, corpo seco e retalhado
Os abutres estão prontos pra devorar a carcaça
Jaz um corpo na estrada, que sofreu uma desgraça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Os Abutres Estão Prontos 2
A pele muda de cor
Tecidos ficam enrijecidos
Sobe um horrível odor
O que era vida agora é carniça
Os órgãos cada vez mais expostos
Vermes copulam nas tripas
Ossos ocos e podres
Nos abutres aumenta a cobiça.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Horror na prisão
Condenado pelos atos de estupro e assassinato,
Na cadeia foi impiedosamente torturado
Pelos detentos havia recebido ameaças
E fizeram com ele certa brincadeira sem graça...
Foi colocado um cano em seu reto,
Dentro do cano um arame farpado
Primeiro é retirado o cano,
Depois, ao retirar o arame, tudo é rasgado
As fezes se misturam ao sangue,
Que logo foi penetrando na carne
Com a dor ficou meio arrependido,
Porem já sabia que era tarde
Com uma faca improvisada arrancaram-lhe as orelhas e o nariz,
Com uma lima serraram seus dentes até a raiz
Mesmo com o cú todo rasgado...
Foi submetido a fazer sexo anal com nove presidiários
Foi degolado e humilhado sem dó,
Com sua cabeça jogaram futebol.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Na cadeia foi impiedosamente torturado
Pelos detentos havia recebido ameaças
E fizeram com ele certa brincadeira sem graça...
Foi colocado um cano em seu reto,
Dentro do cano um arame farpado
Primeiro é retirado o cano,
Depois, ao retirar o arame, tudo é rasgado
As fezes se misturam ao sangue,
Que logo foi penetrando na carne
Com a dor ficou meio arrependido,
Porem já sabia que era tarde
Com uma faca improvisada arrancaram-lhe as orelhas e o nariz,
Com uma lima serraram seus dentes até a raiz
Mesmo com o cú todo rasgado...
Foi submetido a fazer sexo anal com nove presidiários
Foi degolado e humilhado sem dó,
Com sua cabeça jogaram futebol.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Massacre na Igreja Universal
Certo dia acordei possuído pelo Cão,
logo planejei a seguinte missão
as almas do mal iria libertar
junto aos fiéis iria festejar
Então fiz o seguinte, corri pro fundo do quintal
Desenterrei minhas armas e fui para igreja universal
Chegando fiz uma tal brincadeira
"Calma Irmãos, isso não é um assalto"
logo foram metralhados
com as mãos para o alto
havia um picareta que fingia ter encosto
com um tiro de 12 ficou sem cérebro nem rosto
Joguei uma granada naqueles coitados
Era crente voando pra todo lado
Corpos e viceras espalhados pelo chão
Numa feliz celebração
Bem no cantinho se escondia o pastor...
foi espancado com todo louvor
com facadas no reto foi torturado
depois com minhas mãos foi massacrado.
(Ed.gar (A)llan Gein) ⥺
logo planejei a seguinte missão
as almas do mal iria libertar
junto aos fiéis iria festejar
Então fiz o seguinte, corri pro fundo do quintal
Desenterrei minhas armas e fui para igreja universal
Chegando fiz uma tal brincadeira
"Calma Irmãos, isso não é um assalto"
logo foram metralhados
com as mãos para o alto
havia um picareta que fingia ter encosto
com um tiro de 12 ficou sem cérebro nem rosto
Joguei uma granada naqueles coitados
Era crente voando pra todo lado
Corpos e viceras espalhados pelo chão
Numa feliz celebração
Bem no cantinho se escondia o pastor...
foi espancado com todo louvor
com facadas no reto foi torturado
depois com minhas mãos foi massacrado.
(Ed.gar (A)llan Gein) ⥺
Duas poesias eróticas
Eu gozo enquanto você defeca (Poesia erótica suave)
O seu jeito me atrai
Você parece uma louca
Fica toda excitada
Rasga toda minha roupa
Forte atração carnal...
Aos poucos se torna excepcional,
Emocionante, física, ardente...
Tempo frio, corpos quentes
Você me morde, me arranha,
Lambe minhas axilas
Chupo sua vagina,
Enquanto você urina
Em posição 69 eu libero meu esperma
Nessa troca de caricias
Eu gozo enquanto você defeca.
(Ed.gar Allan Gein)
Sadomasomorte (Poesia erótica pesada)
Me rebaixe a nada,venha me foder
Cuspa na minha cara,comece a me bater
Tapas e chicotadas...sangrar sentindo arder
Tambem quero pontapés,assim aumenta meu prazer
Apague seu cigarro, apague na minha lingua...
Minha boca é seu cinzeiro,vc é minha rainha
Quebre meu naiz expresse sua raiva...não quero só tapinhas
Minha boca...no seu cú você a defecar
Vou engolindo tudo até me engasgar
mas...o gosto do amargo não é o suficeinte
espalhe suas fezes nos meus ferimentos
Assim é mais ardente...
A foda tá ardente?...
Quebre os meus dentes
Pode me quebrar...meu corpo está quente
Quente,muito quente...assim como sua urina
Enquanto eu chupo sua vagina
Quebre uma garrafa...enfie no meu cú
Eu quero sentir o prazer trepando com a dor
Não há problema algum
Bom...está tão bom...
Me mate...me bata até a morte
Quero morrer de prazer...
Pegue minha grana,esconda o meu corpo
Foi bom te conhecer...
(Ed.gar (A)llan Gein)
O seu jeito me atrai
Você parece uma louca
Fica toda excitada
Rasga toda minha roupa
Forte atração carnal...
Aos poucos se torna excepcional,
Emocionante, física, ardente...
Tempo frio, corpos quentes
Você me morde, me arranha,
Lambe minhas axilas
Chupo sua vagina,
Enquanto você urina
Em posição 69 eu libero meu esperma
Nessa troca de caricias
Eu gozo enquanto você defeca.
(Ed.gar Allan Gein)
Sadomasomorte (Poesia erótica pesada)
Me rebaixe a nada,venha me foder
Cuspa na minha cara,comece a me bater
Tapas e chicotadas...sangrar sentindo arder
Tambem quero pontapés,assim aumenta meu prazer
Apague seu cigarro, apague na minha lingua...
Minha boca é seu cinzeiro,vc é minha rainha
Quebre meu naiz expresse sua raiva...não quero só tapinhas
Minha boca...no seu cú você a defecar
Vou engolindo tudo até me engasgar
mas...o gosto do amargo não é o suficeinte
espalhe suas fezes nos meus ferimentos
Assim é mais ardente...
A foda tá ardente?...
Quebre os meus dentes
Pode me quebrar...meu corpo está quente
Quente,muito quente...assim como sua urina
Enquanto eu chupo sua vagina
Quebre uma garrafa...enfie no meu cú
Eu quero sentir o prazer trepando com a dor
Não há problema algum
Bom...está tão bom...
Me mate...me bata até a morte
Quero morrer de prazer...
Pegue minha grana,esconda o meu corpo
Foi bom te conhecer...
(Ed.gar (A)llan Gein)
Comer sua carne
Eu quero comer sua carne,rasgar sua pele nua
Pra aliviar minha vontade,estou comendo carne crua
Minha fome só almenta, vai ficando anormal
Vai crescendo a cada dia meu desejo canibal
Nem arroz nem feijão, nem frango ou picanha
Meu desejo é sua carne, bela carne,carne humana
Em min a solidão, no estômago o vazio
E o morbido desejo em te ter no meu intestino
Só de Imaginar, te cortar esqurtejar, analizar suas partes
Mergulhar minhas mão nas suas viceras,me lambusar,fazer arte
Sua vagina suas nadegas os seu seios bem carnudos
Quero alimentar o meu lado obscuro
Já estou entrando em surto, revirei a geladeira
O vermelho me facina quero ver sua cor vermelha
Meu desejo não acaba, minha vontade dói, arde
Então agora vou sair, vou em busca da sua carne.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Pra aliviar minha vontade,estou comendo carne crua
Minha fome só almenta, vai ficando anormal
Vai crescendo a cada dia meu desejo canibal
Nem arroz nem feijão, nem frango ou picanha
Meu desejo é sua carne, bela carne,carne humana
Em min a solidão, no estômago o vazio
E o morbido desejo em te ter no meu intestino
Só de Imaginar, te cortar esqurtejar, analizar suas partes
Mergulhar minhas mão nas suas viceras,me lambusar,fazer arte
Sua vagina suas nadegas os seu seios bem carnudos
Quero alimentar o meu lado obscuro
Já estou entrando em surto, revirei a geladeira
O vermelho me facina quero ver sua cor vermelha
Meu desejo não acaba, minha vontade dói, arde
Então agora vou sair, vou em busca da sua carne.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Lixo Vivo
Desse aí ninguém gosta
Abre a boca, fala merda e come bosta
Sujeito escroto, esquisito
Parece até que surgiu do meio do lixo
Mas o que aconteceu foi descrença total
Depois que ele pegou uma praga genital
Viciado em crack, está apodrecendo vivo
Numa triste queda de um grande precipício
Anda na cidade, com sua feiúra espalha horror
De sou corpo doente ,sujo e seboso exala o fedor
Também se entregou a uma tal vacina
Agora se tornou dependente de heroína
"Morto vivo" que assusta as crianças
Causa pena,medo e nojo...é a pura desgraça
Defeca na calçada, doente mental
Em sua cabeça cresce um câncer cerebral
De delinqüentes juvenis,levou muitas pauladas
Apanhou, passou mal e deu risada
Tenta se levantar
...pútrido ser cretino
Lá na praça está rastejando o "lixo vivo".
(Ed,gar (A)llan Gein)
Abre a boca, fala merda e come bosta
Sujeito escroto, esquisito
Parece até que surgiu do meio do lixo
Mas o que aconteceu foi descrença total
Depois que ele pegou uma praga genital
Viciado em crack, está apodrecendo vivo
Numa triste queda de um grande precipício
Anda na cidade, com sua feiúra espalha horror
De sou corpo doente ,sujo e seboso exala o fedor
Também se entregou a uma tal vacina
Agora se tornou dependente de heroína
"Morto vivo" que assusta as crianças
Causa pena,medo e nojo...é a pura desgraça
Defeca na calçada, doente mental
Em sua cabeça cresce um câncer cerebral
De delinqüentes juvenis,levou muitas pauladas
Apanhou, passou mal e deu risada
Tenta se levantar
...pútrido ser cretino
Lá na praça está rastejando o "lixo vivo".
(Ed,gar (A)llan Gein)
Culinária da Morte
Utilizando o bom e velho rolo de macarrão
Fiz com que meu marido caísse desacordado no chão
Quando abriu os olhos ficou desesperado
Estava na mesa da cozinha com as mãos e pés amarrados
Então peguei a faca e abri sua barriga
Resolvi ligar a batedeira e suas tripas
Cortei lhe a língua e disse : "Não me incomode"
E o danado ficou se estrebuchado até a morte
Enquanto eu jogava pimenta imagino que quisesse me dizer o quanto arde
Coloquei-o para tranzar com o moedor de carne
Até o saco escrotal foi junto
Em pouco tempo em minha mesa estava apenas o defunto
Quebrei o crânio com o martelo de bater bife
Tanto prazer me abriu o apetite
Com as víceras brincava como uma criança
O que gerou uma grande lambança
Sou uma dona de casa que agora vive sozinha
Então vê se me ajuda limpar a cozinha.
(Ed,gar Allan Gein)
Fiz com que meu marido caísse desacordado no chão
Quando abriu os olhos ficou desesperado
Estava na mesa da cozinha com as mãos e pés amarrados
Então peguei a faca e abri sua barriga
Resolvi ligar a batedeira e suas tripas
Cortei lhe a língua e disse : "Não me incomode"
E o danado ficou se estrebuchado até a morte
Enquanto eu jogava pimenta imagino que quisesse me dizer o quanto arde
Coloquei-o para tranzar com o moedor de carne
Até o saco escrotal foi junto
Em pouco tempo em minha mesa estava apenas o defunto
Quebrei o crânio com o martelo de bater bife
Tanto prazer me abriu o apetite
Com as víceras brincava como uma criança
O que gerou uma grande lambança
Sou uma dona de casa que agora vive sozinha
Então vê se me ajuda limpar a cozinha.
(Ed,gar Allan Gein)
Deus em decomposição
Uma imensa nuvem negra
Se abre no céu
Expelido matéria orgânica
Decepcionando os fiéis
Infinito é o mal cheiro
Gigantescas são as colônias de vermes
Deus se converteu em carne...
Farta carne que apodrece
Enfim morreu
Perdeu o seu poder
Na forma de um grotesco cadáver
Cresceu e apodreceu
Deus está se decompondo
Causando o supremo caos
Ao infinito se estende
O Fedor universal!!!
(Ed.gar (A)llan Gein)
Se abre no céu
Expelido matéria orgânica
Decepcionando os fiéis
Infinito é o mal cheiro
Gigantescas são as colônias de vermes
Deus se converteu em carne...
Farta carne que apodrece
Enfim morreu
Perdeu o seu poder
Na forma de um grotesco cadáver
Cresceu e apodreceu
Deus está se decompondo
Causando o supremo caos
Ao infinito se estende
O Fedor universal!!!
(Ed.gar (A)llan Gein)
Duas poesias românticas suaves
Amor maligno
Oh! Querida, por me deixou?
Reduziu-me a um verme
Que de tristeza aos pouco morre
Nunca quis lhe fazer mal...
Isso é o que mais me entristece
Pobre de min que agora sofre
Me afogo na fossa da angustia e da tristeza
Mas sei q foi minha culpa
Pela minha indelicadeza
Queria-te obsessivamente
Não lhe deixava ao menos respirar
Só pensava em você
E em você continuo a pensar
Desde que foi-se embora
Minha mente já não é a mesma
Agora se tornou maligna
Doente, fraca, indefesa
Agora estou juntando forças
Para cometer meu maior ato de inconveniência
Nesse feriado prolongado
Irei invadir sua residência
Cortarei meu pênis fora
Deixarei em sua cama
Já que pra min, mais nada importa
Pois sei que já não me ama
Com uma facada no meu peito
Morrerei em teu banheiro
Lá encontrara o meu magro e triste corpo
E sentira o meu mal cheiro.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Traição
Depois de 15 anos de casados
Uma triste decepcão
Sou vítima de uma crueldade
Chamada traição
Por isso está aqui amarrada
E não háverá perdão
Apenas o divórcio
Não vai me fazer sentir melhor
Sinta o gosto da vingança
Do que há de mal,o pior!
Um tapa bem dado nessa sua cara de vadia
Só pra começar
Seguido de socos e pontapés
Oh prazer de te espancar!
Podeia ser diferente
Mas se teve que ser assim assim será
Seus dedos são decepados
Com a tesoura de cortar grama
Grite bem nos meus ouvidos!
Diga agora que me ama!!
Sempre me enganou
Agora não vai mais
Estou aqui pra acertar as contas
Vou fazer o que for capaz
O que agora me domina
É o ódio o desgosto e muito mais..
(Ed.gar (A)llan Gein)
Oh! Querida, por me deixou?
Reduziu-me a um verme
Que de tristeza aos pouco morre
Nunca quis lhe fazer mal...
Isso é o que mais me entristece
Pobre de min que agora sofre
Me afogo na fossa da angustia e da tristeza
Mas sei q foi minha culpa
Pela minha indelicadeza
Queria-te obsessivamente
Não lhe deixava ao menos respirar
Só pensava em você
E em você continuo a pensar
Desde que foi-se embora
Minha mente já não é a mesma
Agora se tornou maligna
Doente, fraca, indefesa
Agora estou juntando forças
Para cometer meu maior ato de inconveniência
Nesse feriado prolongado
Irei invadir sua residência
Cortarei meu pênis fora
Deixarei em sua cama
Já que pra min, mais nada importa
Pois sei que já não me ama
Com uma facada no meu peito
Morrerei em teu banheiro
Lá encontrara o meu magro e triste corpo
E sentira o meu mal cheiro.
(Ed.gar (A)llan Gein)
Traição
Depois de 15 anos de casados
Uma triste decepcão
Sou vítima de uma crueldade
Chamada traição
Por isso está aqui amarrada
E não háverá perdão
Apenas o divórcio
Não vai me fazer sentir melhor
Sinta o gosto da vingança
Do que há de mal,o pior!
Um tapa bem dado nessa sua cara de vadia
Só pra começar
Seguido de socos e pontapés
Oh prazer de te espancar!
Podeia ser diferente
Mas se teve que ser assim assim será
Seus dedos são decepados
Com a tesoura de cortar grama
Grite bem nos meus ouvidos!
Diga agora que me ama!!
Sempre me enganou
Agora não vai mais
Estou aqui pra acertar as contas
Vou fazer o que for capaz
O que agora me domina
É o ódio o desgosto e muito mais..
(Ed.gar (A)llan Gein)
Grotescas Formas de Masturbação
Brasa de cigarro queimando o penis
Dilatação do orifico anal
Faca de cozinha no canal da uretra
"Acupultura" no saco escrotal
Bifurcação peniana
Eletro-choque na "chana"
Marteladas no "pau"
Formigas masturbam o "bilau"
Gozar espetando o "pinto" no cactus
Esperma,sangue e auto mutilação
Assim é a dor em forma de parzer
Grotescas formas de masturbação!
(Ed.gar (A)llan Gein)
Dilatação do orifico anal
Faca de cozinha no canal da uretra
"Acupultura" no saco escrotal
Bifurcação peniana
Eletro-choque na "chana"
Marteladas no "pau"
Formigas masturbam o "bilau"
Gozar espetando o "pinto" no cactus
Esperma,sangue e auto mutilação
Assim é a dor em forma de parzer
Grotescas formas de masturbação!
(Ed.gar (A)llan Gein)
Banheiro Macabro
Em uma velha casa impregnada pela sujeira
Um forte cheiro se em um cômodo
Abro a porta do banheiro, logo percebo...
Aqui aconteceu um crime hediondo
Um corpo se decompondo na banheira
Tripas podres na suja pia
No sanitário uma cabeça
E o desagradável cheiro da carniça
Não agüento, de dentro de mim sai um vômito
Daqueles que esvazia todo estômago
Nunca mais terei a mesma vida
Depois de ver tal cena doentia
Ratos,moscas e micróbios
Fezes corpo se tornam a mesma bosta
Preta,podre e mal cheirosa
Matéria orgânica decomposta.
(Ed.gar Allan Gein)
Um forte cheiro se em um cômodo
Abro a porta do banheiro, logo percebo...
Aqui aconteceu um crime hediondo
Um corpo se decompondo na banheira
Tripas podres na suja pia
No sanitário uma cabeça
E o desagradável cheiro da carniça
Não agüento, de dentro de mim sai um vômito
Daqueles que esvazia todo estômago
Nunca mais terei a mesma vida
Depois de ver tal cena doentia
Ratos,moscas e micróbios
Fezes corpo se tornam a mesma bosta
Preta,podre e mal cheirosa
Matéria orgânica decomposta.
(Ed.gar Allan Gein)
Dupla Penetração Forçada
Uma mão tapa a boca, a outra a imobiliza
Uma terceira mão tira a saia e a quarta mão toca a vagina
Uma fétida meia na boca,amarrada com um pano
Assim niguem poderá ouvir, gritos de dor e todo escândalo
Um pênis penetra a vagina, enquanto outro penetra o ânus
Entra e sai até o sangue escorrer
Causam nos genitais sérios e irreparáveis danos
Não se dando por satisfeitos, os dois penetram na vagina
Que não para de sangrar e de dor até urina
Entraram num acordo...um acordo de animal
Assim os dois pênis invadem, o orifício anal
Os grunhidos sufocados da vítima
Aumentam a tara
Daqueles que praticam...
Dupla penetração forçada!!!
(Ed.gar (A)llan Gein)
Uma terceira mão tira a saia e a quarta mão toca a vagina
Uma fétida meia na boca,amarrada com um pano
Assim niguem poderá ouvir, gritos de dor e todo escândalo
Um pênis penetra a vagina, enquanto outro penetra o ânus
Entra e sai até o sangue escorrer
Causam nos genitais sérios e irreparáveis danos
Não se dando por satisfeitos, os dois penetram na vagina
Que não para de sangrar e de dor até urina
Entraram num acordo...um acordo de animal
Assim os dois pênis invadem, o orifício anal
Os grunhidos sufocados da vítima
Aumentam a tara
Daqueles que praticam...
Dupla penetração forçada!!!
(Ed.gar (A)llan Gein)
Morbidos os problemas, morbidas complicações
Como uma bolha gosmenta de pus,sua saúde agora está
Prepare o velório,o enterro e uma cruz...seu fim está pra chegar
Rins não fuincionam mais, problemas no coração
Um tumor no seu cébro, câncer no pulmão
Toda sua falta de higiene é refletida no seu mal cheiro
nas cáries, mal hálito, chulé ceborreia...em todo seu corpo o cheiro do azedo
Feridas que não cicatrizam, varias infecções
Morbidos os problemas, morbidas complicações.
(Ed.gar Allan Gein)
Prepare o velório,o enterro e uma cruz...seu fim está pra chegar
Rins não fuincionam mais, problemas no coração
Um tumor no seu cébro, câncer no pulmão
Toda sua falta de higiene é refletida no seu mal cheiro
nas cáries, mal hálito, chulé ceborreia...em todo seu corpo o cheiro do azedo
Feridas que não cicatrizam, varias infecções
Morbidos os problemas, morbidas complicações.
(Ed.gar Allan Gein)
Vagina Purulenta
Da sua vagina sei que escorre pus
Um odor que quando chega ao meu nariz
Me deixa com um tesão incontrolável
Com o passar dos dias fede mais e mais
O cheiro é tão forte que é até capaz
De causar náuseas (ansia de vômito)
Vagina purulenta!!!Gonorréia na Genitália
Vagina purulenta!!! Condiloma acuminado
Liquido branco meio amarelado
Entre fungos, sujeira, crista de galo
Aguçam meu estranho apetite sexual
Enquanto o muco escorre eu quero chupar...
Sua vagina, minha boca irá se infectar
E sentir gosto de pus ...e urina
Vagina purulenta!!!Gonorréia na Genitália
Vagina purulenta!!! Condiloma acuminado
(Ed.gar Allan Gein))
Um odor que quando chega ao meu nariz
Me deixa com um tesão incontrolável
Com o passar dos dias fede mais e mais
O cheiro é tão forte que é até capaz
De causar náuseas (ansia de vômito)
Vagina purulenta!!!Gonorréia na Genitália
Vagina purulenta!!! Condiloma acuminado
Liquido branco meio amarelado
Entre fungos, sujeira, crista de galo
Aguçam meu estranho apetite sexual
Enquanto o muco escorre eu quero chupar...
Sua vagina, minha boca irá se infectar
E sentir gosto de pus ...e urina
Vagina purulenta!!!Gonorréia na Genitália
Vagina purulenta!!! Condiloma acuminado
(Ed.gar Allan Gein))
Duas Poesias Antigas
Beleza Desfigurada
Ela tem uma beleza, uma graça sem igual
até comendo frango frito, consegue ser sensual
mas de min sente asco, vontade de passar mal
me odeia me despreza, como se eu fosse um animal
Seu rosto vou desfigurar, com uma lâmina afiada (e enferrujada )
Nunca Poderá reparar, nem que fizesse mil plasticas
Brutalmente vou estuprar, em sua face vou gozar
E os orgãos genitais... com meus dentes arrancar
Sua pele bem macia,com minhas unhas vou rasgar
com fogo e gasolina, sua beleza vou queimar
Um de seus lindos olhos vou furar,com o outro ela vai ver
quando se olhar no espelho,vai ter vontade de morrer.
(Ed.gar Allan Gein)
Velha tradição
Na velha casa se esconde entre a morte e a podre vida
Cozinhando carne humanapra alimentar seus trogloditas
Observa a tortura de cada corpo abatido
Que depois é esquartejado num banheiro bem fedido
Aquela velha carcumida com o corpo cheio de feridas
Doente da pele e das entranhas até os vermes se excitam
Com 78 anos repetindo a tradição
Ao chegar a hora da janta
A velha morre do coração.
(E.gar Allan Gein)
Ela tem uma beleza, uma graça sem igual
até comendo frango frito, consegue ser sensual
mas de min sente asco, vontade de passar mal
me odeia me despreza, como se eu fosse um animal
Seu rosto vou desfigurar, com uma lâmina afiada (e enferrujada )
Nunca Poderá reparar, nem que fizesse mil plasticas
Brutalmente vou estuprar, em sua face vou gozar
E os orgãos genitais... com meus dentes arrancar
Sua pele bem macia,com minhas unhas vou rasgar
com fogo e gasolina, sua beleza vou queimar
Um de seus lindos olhos vou furar,com o outro ela vai ver
quando se olhar no espelho,vai ter vontade de morrer.
(Ed.gar Allan Gein)
Velha tradição
Na velha casa se esconde entre a morte e a podre vida
Cozinhando carne humanapra alimentar seus trogloditas
Observa a tortura de cada corpo abatido
Que depois é esquartejado num banheiro bem fedido
Aquela velha carcumida com o corpo cheio de feridas
Doente da pele e das entranhas até os vermes se excitam
Com 78 anos repetindo a tradição
Ao chegar a hora da janta
A velha morre do coração.
(E.gar Allan Gein)
Assinar:
Comentários (Atom)
Trash Pride Poesias Macabras
Aviso!
*Conteudo improprio para menores de 18 anos *Não é recomendado para quem tem horror a morte e a bizarrices *O objetivo das poesias não é d...
-
Os Abutres Estão Prontos (Minha primeira poesia podre) Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão Fim da vida, chega a morte, logo a putre...
-
Você fez xixi nas calças Tão grandinha, quem diria!? Apenas quem sente o cheiro Este cheiro de urina Já estou entorpecido Com o perfume da v...